O governo dos Estados Unidos anunciou uma sobretaxa de 25% sobre produtos brasileiros, o que gerou reações fortes das entidades que representam a indústria brasileira.
A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) manifestaram profunda preocupação com a medida, afirmando que ela reduz a competitividade do país.
O presidente da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), Ricardo Alban, também criticou a aplicação de taxas, destacando que 20 dos 27 estados brasileiros reduziram suas exportações ao mercado norte-americano no primeiro trimestre.
A taxação, que entra em vigor em 22 de julho, incidirá sobre produtos que não estão na lista de exceção, que inclui mais de 2 mil itens, como café, suco de laranja e carne bovina.
