O Ministério Público do Acre (MPAC) conseguiu a prisão preventiva do pai e da madrasta de uma menina de 11 anos, investigados por tentativa de homicídio qualificado e maus-tratos em Rio Branco.
A medida foi solicitada pelo promotor de Justiça Thalles Ferreira, que acompanha a apuração do caso. Segundo o MPAC, os investigados teriam utilizado meio cruel em um contexto de violência doméstica contra a criança, além de cometerem maus-tratos, agravados pela idade da vítima.
Atualmente, os suspeitos não foram localizados e são considerados foragidos. O promotor Júlio César de Medeiros, coordenador-geral do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), está supervisionando o cumprimento das prisões preventivas.
A decisão judicial levou em conta a gravidade dos fatos, a vulnerabilidade da vítima e o risco de novas ações criminosas. No caso do pai, indícios de fuga também foram considerados.
A Promotoria já estava monitorando o caso, instaurando uma notícia de fato para verificar a necessidade de proteção à vítima e investigar possíveis crimes relacionados. As investigações estão sob sigilo, conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
